Hoje recebi um e-mail sobre um testemunho de um padre que ajudou a um casal
diante de uma situação em suas vids. A criança desse casal nasceria acefálica. É
um testemunho muito forte, de coragem, de fé de esperança para nós que apoiamos
a vida! Espero que possam ler e pensar sobre o assunto...
Para refletir: A experiência de um sacerdote
frente a mentira do aborto
Caríssimos irmãos, há mais ou menos quatro meses, fui procurado por um casal
jovem que estava vivendo uma situação muito difícil. Eles tinham recebido a
notícia de que ela estava gestando uma criança
'anencéfala'. Diante de tal
situação, sentia-me impotente, mas com a convicção de que o Senhor tinha
colocado esse casal à minha frente para que eu pudesse ajudá-lo. Confesso que
para mim não foi fácil, pois acredito que, no mundo em que nós vivemos,
situações como essas são tratadas com muita frieza ou de forma mui simplista.
Com efeito, esse caso não fugiu à regra... o médico tinha feito o diagnóstico e
já tinha aconselhado o aborto, porque 'o objeto que estava dentro dela não era
um pessoa, pois não tinha cérebro e não viveria muito
tempo'. A realidade era
complexa porque eu me perguntava: 'o homem é só cérebro? Como um médico pode
estar com a consciência tranqüila, aconselhando a tal monstruosidade?' Sentia
que o casal tinha tomado a decisão de fazer o aborto porque estavam
impressionados com a explicação e com as fotos mal tiradas que o médico lhes
apresentou. Sentia-me impotente, mas com a certeza de que o homem é muito mais
que cérebro, que pernas, que braços... o homem tem uma realidade que lhe
transcende, que não morre, que é
espiritual! Depois de três
horas de conversa e ajudados também por uma médica católica, o casal
convenceu-se de que a gravidez deveria ir até o final para experimentar o poder
da vida. Uma das coisas que
me impressionaram neste tempo foi ver o semblante da mãe: em todos os momentos
transmitia felicidade, paz... E, em alguns momentos, o combate e o medo de como
tudo aconteceria, mas sempre ajudados pelo sacramento da eucaristia e o
acompanhamento da
médica. Chegou o dia do
nascimento de um grande menino. Cheguei cedo ao hospital, pois tinha prometido
aos pais batizar a criança assim que viesse ao mundo, porque já sabíamos que o
Senhor nos concederia a criança por alguns
minutos. Estava um pouco
apreensivo, pois nunca tinha vivido uma experiência tão forte assim. Minha
surpresa foi novamente encontrar com a mãe da criança antes do parto e notar que
ela acariciava sua barriga, transmitindo naquele momento amor pelo seu
filho. Lembro-me de ter
falado para os pais, nesses quatro meses, que deveriam aproveitar o tempo que o
Senhor tinha concedido a eles de estarem com a criança, pois para nós, cristãos,
somos chamados a viver cada minuto da nossa vida com intensidade porque a nossa
existência aqui é muito breve; fomos criados por Deus para estarmos com
Ele. No momento do parto, ao
estar novamente com a mãe da criança, encontrei uma mulher muito jovem (mais ou
menos 19 anos), de rosto sereno e semblante que transmitia paz. Neste momento,
enchi-me de alegria, pois percebi a presença do Senhor que estava com ela,
dando-lhe forças para que testemunhasse que nós acreditamos num Deus de vivos e
não de mortos, e que, para ele, cada pessoa (seja como seja) é importante e tem
um valor grandíssimo. Quando
nasceu o menino, não podia acreditar no que eu estava vendo! Não tinha nada a
ver com o que o médico tinha falado para os pais. O bebê tinha o corpinho
perfeito, respirava, movimentava os braços, as pernas... pude administrar o
sacramento do Batismo e sentir amor por aquela criança que estava com os olhos
abertos. No momento em que derramei água na sua cabeça para o Batismo, caíram
algumas gotas no seu olho e ele sentiu-se incomodado. Estive todo o tempo de
vida com o recém-nascido! O Senhor concedeu-lhe a graça de nascer e de ser amado
pelos seus pais e de ser testemunha de Cristo, servo sofredor, que aceitou a
vontade de seu Pai naquele hospital. Para as enfermeiras, para os médicos, para
os seus pais e, principalmente, para mim, que via naquele neófito a imagem de
Cristo! Foram 36 minutos de
vida, durante os quais pude falar, rezar e até mesmo pedir a intercessão no céu
por mim, pelos seus pais e pela nossa Paróquia. E assim o Senhor lhe chamou:
'Vinde, benditos de meu Pai' (Mt 25, 34). Cumpriu-se a promessa de Cristo: 'Pai,
aqueles que me deste quero que onde eu estou também eles estejam comigo para que
contemplem minha glória...' (Jo
17,24) Nunca mais esquecerei
este momento tão precioso para mim, à minha vida e ao amadurecimento da minha
fé. Gostaria de que neste
momento, estivessem tantos que são a favor do aborto e que me tentassem explicar
como é possível defender tal atitude diante de uma pessoa indefesa, seguindo a
lógica de que só os perfeitos podem viver. Acredito que tais pessoas nunca
experimentaram o amor. A pessoa não é só perna, só braço, só
cérebro... Senhores médicos, senhores políticos e todos aqueles
que tem a autoridade de fazer leis, pensem naquilo que vocês estão tentando
legalizar, pois aquilo que vocês falam não condiz com a experiência que eu
vivi... não nasceu nenhum monstro, mas um filho de Deus que foi amado por Ele,
pelos seus pais e por mim.
1 de setembro de 2006 Pe. Alessander Carregari
CapalboPároco
"Adoro pizza com guaraná..." Hoje por ser o dia da pizza, resolvi
fazer um pequeno post sobre a história da pizza. Quem nunca chamou os amigos em
casa para ver um filme e comer pizza atire o primeiro mouse! Tem muitas formas
de comer pizza, no Brasil por exemplo, tem os rodizios de pizza com diversos
sabores (Chocolate, Romeu e Julieta, Pequi...) enquanto no país que imortalizou
a pizza, se sabem desses sabores, são capazes de brigar. Quando estive na
Itália, não perdi a oportunidade de comer uma deliciosa pizza napolitana. O que
mais me impressionou não foi o sabor, mas o "metro" que compramos. Quando fui
comprar, escutei dos dois metros que pediram, mas eu nem me importei, pensei que
seria uma pizza normal, com oito fatias, mas quando chegamos na pizzaria pedimos
"Por favor! Dois metros de pizza dividida em quatro partes". Quando vi
que tinha q carregar dois pedaços de pizza que mediam 50 cm por 20 cm eu
acreditei que eram os dois metros de pizza.
A história da pizza começou há seis mil anos, com os egípcios. Acredita-se
que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os
pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou
grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria,
na Itália. Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana,
os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e a água para assar em
fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão-de-abraão",
muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.
Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas
de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a
Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de
Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.
No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram
os ingredientes típicos da pizza, comuns no cotidiano da região. Os italianos
foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa
pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época a pizza ainda não tinha a sua
forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio,
feito um sanduíche ou um calzone.
A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo
do início do primeiro milênio, surge o termo "picea", na cidade de Nápoles,
considerada o berço da pizza. "Picea", indicava um disco de massa assada com
ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a
receita objetivava "matar a fome" principalmente da parte mais pobre da
população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho,
peixes fritos e queijo. A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira
pizzaria que se tem notícia, a Port'Alba, ponto de encontro de artistas famosos
da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em
suas obras.
Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje
pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos
1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana,
tornando-se logo em seguida parte da cultura deste país. A partir de 1985,
comemora-se o dia da pizza aos 10 de julho.
"Hoje não dá. Pegue duas medidas de estupidez, junte trinta e quatro
partes de mentira. Coloque tudo numa forma untada previamente com promessas não
cumpridas. Adicione a seguir o ódio e a inveja as dez colheres cheias de
burrice. Mexa tudo e misture bem. E não se esqueça: antes de levar ao forno,
temperar com essência de espirito de porco, duas xícaras de indiferença, e um
tablete e meio de preguiça" (Legião Urbana - Os Anjos)
Depois dessa receita do Legião Urbana, ver que hoje não dá. Aliás, não dá a
muito tempo, desde que me dou por gente, o sistema nacional público não tem
funcionado. Não sou a favor de privatização, mas sou a favor de cursos que
deixem essas pessoas capacitadas. Hoje sofremos com a greve dos Correios, um
serviço público que é competente, mas tem atrasado os recibos das pessoas,
preocupado muito. Por exemplo, até agora eu não recebi um exame de sangue que
fiz, não é tão importante assim, mas quero saber, além das contas que estão
próximos com os vencimentos. Amanhã, qual greve enfrentaremos? Tenho até medo de
imaginar... Sei que todos tem direito, mas lute pelos direito sem prejudicar
ninguem. Isso é pretexto para desenvolver a preguiça.
Já diz o dito popular, "A preguiça é o ato de descansar antes de estar
cansado". Preguiça é a inatividade de uma pessoa, aversão a qualquer tipo
de trabalho ou esforço físico. Também é um tipo de adiar. Um preguiçoso para a
psicologia é uma pessoa sem resistência moral e psicológica para os desafios
impostos pela vida. Que busca justificativas sempre externas para a sua falta de
ação naqueles momentos decisivos que lhe surgem.
A Igreja Católica apresenta a preguiça como um dos Sete Pecados Capitais,
caracterizado pela pessoa que vive em estado de falta de capricho, de esmero, de
empenho, em negligência, desleixo, morosidade, lentidão e moleza, de
causa física ou psíquica, que a leva à inatividade acentuada. Aversão ao
trabalho, freqüentemente associada ao ócio, vadiagem.
Existem pesquisadores que indicam que a "cura" da preguiça inicia quando a
própria pessoa passa a se sentir constrangida pela situação de inação em que se
encontra, desejando para si uma vida mais saudável e um convívio mais harmônico
com as demais pessoas. Nesta etapa é importante que o enfermo se desvencilhe da
imagem de preguiçoso que criou em torno de si, convencendo-se das suas próprias
capacidades e aptidões.
"Tava com um cara que carimba postais e por descuido abriu uma carta que
voltou. Tomou um susto que lhe abriu a boca, esse recado veio pra mim, não pro
senhor. Recebo crack, crocante, dinheiro farto embrulhado em papel carbono e
barbante e até cabelo cortado retrato de 3x4 pra batizado distante, mas isso
aqui, meu senhor, é uma carta de amor" (Cassia Eller - E.C.T)